Ninguém
espera de Medeia
que engula
o brio feito broa se o kit-sobrevivência dita às vezes
vingança:
direciona a proa
do orgulho
à jusante
das consequências
a Jasão
& que claudique
Gláucia,
furunculose
na fuselagem
do meu ego fusível,
sem eco e sindicato. Até eu,
Brutus,
não
saberia precisar
o que Arthur diria estes dias
de Guinevere.
Não me importa
a balança deste déficit
ou se
o senhor
promotor ousa o sucesso na condenação do processo em prol de Troia das árvores para o cavalo de seu calvário.
Que traia quem toma-se por troféu.
Não
sei quem indique
onde assino que aceito
o ponto de combustão do meu empalhe, o ângulo que auxilie a gota d´água
à véspera
da queda,
se não choramingo ao fogo
que me poupe escamas
ou não me lamba o estofo:
tal qual descalço não
hei-de
sentir descaso nas bolhas
que separam, com água,
as solas da brasa,
a derme das cinzas:
que me arda
até extinguir -
*eu, mucosa
hidratada
a sal de Ló, ensinaria a Bishop
a arte
da perda de loterias
como hábito e destino,
e discursaria a cummings
algo de lonetude em ser
o terceiro ornitorrinco
de contrabando
em qualquer arca de Noé distraído.
Isto, sim, one art.
Esse texto foi publicado no plástico bolha nº25: download PDF