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O processo de revisão do Jornal

Marilena Moraes

 

Quando iniciamos o plástico bolha, ofereci-me para fazer a revisão. Tenho experiência na tarefa e vi que muito do material recebido, apesar do corretor ortográfico do Word, trazia erros que, é claro, não poderiam estar no jornal.

Revisar (rever, corrigir, alterar, sugerir) é, antes de tudo, uma atividade que requer atenção, paciência, algumas gramáticas e dicionários e olhos de lince, prontos a detectar problemas de acentuação, regência, concordância, sem falar da famigerada crase, do temido ponto e vírgula, dos ignorados hífens.

Como o volume de textos é grande, convidamos alguns alunos de Letras para formar a equipe de revisão e, hoje, Rubiane Valério, Gabriel Matos e Rafael Anselmé são os olhos precisos que, vigilantes, apontam as alterações necessárias.

Trabalhamos de maneira virtual, trocando e-mails (no mundo da Internet é assim, para o bem e para o mal) — cada um usa uma cor para dar sua opinião. Os textos “coloridos” voltam para mim, que os revejo, batendo o martelo nos casos de sugestões divergentes (o que não é raro em português), e os envio ao editor.

Fazemos o possível para não alterar o estilo do texto e, quando necessário, enviamos as dúvidas e propostas ao autor, sempre visando a que o material saia na sua melhor forma.
Nesse trabalho solitário, rodeados de Cegallas, Becharas, Aurélios e Houaisses, somos leitores privilegiados — por sermos primeiros — dos textos publicados no Plástico Bolha. Uma leitura PLOCT!

Este texto foi escrito para dar uma idéia aos leitores de como funciona a revisão do jornal. Mas aproveito para agradecer à equipe que, sempre alerta, me ensina, a cada edição, que a próxima pode ser melhor.

 

 

 

Esse texto foi publicado no plástico bolha nº21: download PDF

 

 






 

 


 

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