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A CABEÇA DEITADA NO TRAVESSEIRO DEPOIS DE UM DIA ESTRESSANTE


Trilhava por trilhos e traços tingidos por tintas em tons de tigelas
de barro quebradas, até alcançar um camelo que cuspia ouro sob ospassos que eu seguia refazendo as já refeitas cercanias cercadas por cercas cegas do meu cérebro. Sim, sinos cintilantes cintilavam sem som pelos ares azuis e amarelos do meu passado outrora austero recriado pela mente que mente o presente dando de presente ao futuro um passado repassado. Árvores de cordas ao vento tocavam notas em pensamentos timbres de beijos e bocas que brigam e cospem palavrasdo coração cansado e caído em mão anteriores e impiedosas... SI-LEN-CIO-SEM-SOM-PRE-TO-SEM-COR-CA-LA-DA-SEM-DI-ZER-NA-DA-PA-RA-DA-SEM-ME-XER-CA-Í-DA-NOCHÃO...e vai... cresCENDO...DE VOLTA E REVOLTA NUM
GIGANTETURBILHÃOEXPRESSOENCHENDODEPENSAMEN-

TOSPALAVRÕESESCULPIDOSEMDESAJEITADOSMOMENTOS-

DEMUITAREFLEXÃO: EXPLOSÃO!!!!!

Hana bira no ame vaicaindo tinindo em mares verdes como lua em flor fazendo caminhos passíveis de cor, um negro malhado sentado assobia em marcha o que eu pensava, o sol dourado cuspido como moeda pelo camelo encravado no caminho passado quando eu trilhava sozinho, sem compasso, sobre palavras trazidas pela minha mente delirante durante um sonho contente. Mas Vem, VEm, VEM FOR ÇAN DOA FE CHA DURA: QUEBROU!
SALGANDO A FERIDA DOS SONHOS, CORROENDO QUEIMANDO ASSANDO, TORROU!
Meu cérebro em brasa. Sanduíche em lata que como em largas mordidas diárias. Cuantos cuentos cuentas cuando me encuentras? Cuatro paredes sufocando com seus dentes a minha visão. Cuspo meus olhos.
Me encaram me: -Je t’aime, moi non plus.
Humanodepoisaindasonhopresonessacadeiadepensamen-

tosinfindáveis...

 

 


Esse texto foi publicado no plástico bolha nº 2 : download PDF

 

 

 






 

 


 

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