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Ano 2 - Número 18 - Novembro e Dezembro/2007

 

Encorpando

 

 

2007 está chegando ao fim. Assim como em 2006, neste ano lançamos nove edições do plástico bolha. Foi um longo caminho. O jornal, que começou o ano com 4 páginas, acabou triplicando de tamanho. Com isso, passamos a ter mais espaço para a publicação de textos, aprofundando melhor nossas propostas. Enfim, como bem define Heinz Langer em seus traços, estamos encorpando. Agora, o jornal e sua equipe vão tirar umas breves e merecidas férias. Se tudo der certo, voltaremos em 2008, a todo vapor.

O nosso espaço é democrático — figuras renomadas dividem espaço com iniciantes. Colunas fixas desenham verdadeiras linhas de pesquisa, seja quanto à arte do magistério em Aos alunos com carinho, seja ao universo feminino em Mulheres-damas. E que tal descobrir aspectos interessantes da biografia de figuras como Nietzsche, Wittgenstein, Spinoza e Kant, na coluna Puzzles, sempre assinada por alguém interessante? Gregório Duvivier diverte os leitores em Subjetivas, mostrando como o humor vai bem com tudo e não é contrário nem à poesia, muito menos ao conhecimento. Santuza Cambraia Naves continua com suas dicas e observações musicais em Por dentro do tom, e os boxes do Clique Aqui nos ajudam a encontrar utilidades no mundo virtual. Séries como os Cen’átimos e o Manifesto Sampler atualizam a discussão, sempre com muita ousadia. Se o que queremos é conhecer a nós mesmos, a coluna Oráculo, com seus mitos, é o espaço ideal. Se o assunto é poesia, temos desafios poéticos, exercícios de tradução e muitos convidados especiais. Na hora das entrevistas, não faltam bons debates com figuras da academia, do mundo literário ou cultural. Para ilustrar isso tudo, Angelo Abu e seus desenhos geniais.

O jornal se interestadualizou, chegando a Belo Horizonte, onde circula há mais de quatro meses. São dez pontos da capital mineira, entre faculdades, cinemas e bares, que recebem nossas letras, numa verdadeira invasão das bolhas cariocas. Por sua vez, os mineiros contra-atacam, na coluna Bolhas Geraes, um pequeno panorama da nova literatura de Minas, para o nosso deleite.

Pela Guanabara, firmamos ainda mais a nossa relação com os pontos de distribuição. Os cinemas do grupo Estação; as livrarias Argumento, Letras e Expressões, DaConde, Travessa e Café com Letras; a loja de música Modern Sound; os teatros Tablado e Casa da Gávea, entre muitos outros locais, acolheram nossa idéia e abriram um espaço em seus balcões para o jornal. A todos, o nosso agradecimento.

Isso tudo sem falar nas faculdades. Há muito, o jornal deixou de ser uma publicação restrita à comunidade PUC-Rio , onde nasceu e é desenvolvido. Alunos e professores da UERJ, UFRJ, UFF, Cândido Mendes, UniverCidade, Estácio de Sá, Santa Úrsula, FACHA, UFMG, PUC-MG, FUMEC, entre outras universidades, enviaram seus textos, folhearam nossas páginas, estouraram suas bolhas.

Já recebemos mais de 700 textos neste período. Agradecemos a todos os que nos enviaram seus trabalhos e pedimos desculpas aos que ainda aguardam publicação, pois a fila é longa. Aproveitamos para reiterar que continuaremos aceitando textos no período de férias, que serão publicados no ano que vem. Envie o seu trabalho para nosso e-mail, que está na página 2.

Deixe sempre este jornal na sua bolsa ou na mochila — você nunca sabe quando será a próxima fila, a próxima sala de espera, o inevitável engarrafamento. Nossas letras têm o poder de adiantar o tempo... Bem, tudo isso é plástico bolha. Tudo isso você tem em suas mãos agora, de graça, mesmo que valha muito. Aproveite, e até 2008!

 

 

 

Esse texto foi publicado no plástico bolha nº18: download PDF

 

 






 

 


 

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